Como escolher cartão para viajar em 2026: guia completo

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Como escolher cartão para viajar em 2026: guia completo

Escrito por: Leonardo Bernini, General Manager, Brazil, ARQ Finance

Principais lições deste artigo

  • O custo efetivo total, que soma câmbio, spread, IOF e benefícios, é a métrica central para comparar cartões de viagem.

  • Em maio de 2026, esse custo varia de 4% a 10% na maioria dos provedores brasileiros, enquanto o ARQ cobra 0,5%.5

  • Cartões tradicionais concentram parte do custo no câmbio e cobram IOF. O ARQ incorpora o custo na conversão inicial e permite gastar do saldo em ativos virtuais (USDc e EURc) sem IOF adicional.

  • Benefícios como salas VIP raramente compensam a diferença de custo efetivo total para a maior parte dos viajantes.

  • Para reduzir em até 20 vezes o custo de conversões internacionais, abra sua conta no ARQ.5

Os quatro pilares de custo

Câmbio: é a taxa de conversão aplicada no momento da compra ou da conversão de reais para moeda estrangeira. O câmbio de mercado, também chamado de interbancário, serve como referência mais competitiva. Provedores aplicam um acréscimo sobre esse valor, e essa diferença quase nunca aparece de forma clara antes da operação.

Spread: é o percentual adicionado ao câmbio de mercado pela empresa que faz a conversão. Cartões internacionais tradicionais costumam embutir esse spread no câmbio, além de outras cobranças. Esse custo quase nunca aparece discriminado na fatura.

IOF: incide sobre pagamentos internacionais com cartão, o que adiciona custo a cada compra no exterior. O ARQ elimina essa cobrança recorrente ao permitir que a pessoa gaste diretamente do saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira.

Benefícios: salas VIP, milhas, cashback e seguros de viagem podem compensar parte do custo efetivo total para quem gasta valores elevados. Para a maioria dos viajantes, esses benefícios não compensam a diferença entre 0,5% e 4% ou mais de custo efetivo total.5

Por exemplo, um viajante que gasta R$ 10.000 no exterior com um cartão de crédito tradicional com custo efetivo total de 8% paga R$ 800 em custos. Com o ARQ, o mesmo gasto custa R$ 50.5

A tabela a seguir consolida o custo efetivo total dos principais provedores do mercado brasileiro. Isso permite comparar quanto cada opção cobra na conversão e quais funcionalidades oferece.5

Tabela comparativa de custo efetivo total (maio de 2026)5

Provedor

Custo efetivo total (conversão)5

Suporte a EURc ou EUR

Rendimento em conta remunerada internacional

ARQ

0,5%

EURc (sim)

Até 4,5% ao ano em USDc

Nomad

4,5–5,5%

Não

Não, só por investimentos

C6 (conta global)

4,25–4,4%

EUR (sim)

Não, só por investimentos

Avenue

4,0–5,45%

EUR (sim)

Não

Wise

4,3–5,5%

EUR (sim)

Sim (USD, via Rende+)

Bancos tradicionais

7–10%

Variável

Variável

Dados pesquisados em maio de 2026.

Regra prática por perfil

Perfil

Frequência de viagens

Gasto mensal no exterior

Recomendação

Viajante ocasional

1–2 viagens/ano

Até R$ 5.000

ARQ (0,5% de custo efetivo total, sem IOF)5

Viajante frequente

3–6 viagens/ano

R$ 5.000–R$ 15.000

ARQ (economia acumulada relevante)

Executivo / alto gasto

6+ viagens/ano

Acima de R$ 15.000

ARQ Prestige e cartão premium para benefícios pontuais

Comprador online recorrente

Sem viagens

Assinaturas e compras em USD/EUR

ARQ (cartão sem IOF e com cashback)

Dados pesquisados em maio de 2026.

Para quem viaja com frequência ao longo do ano, avaliar o custo efetivo total de cada transação é mais relevante do que acumular benefícios pontuais. Com o custo mencionado anteriormente, a economia com o ARQ pode chegar a até 20 vezes em relação a concorrentes com custo de 10%.5

Entre as alternativas ao ARQ, a Nomad e a Wise aparecem entre as opções mais pesquisadas por brasileiros. Vale entender em detalhe como elas se comparam entre si e em relação ao ARQ.

Nomad vs Wise vs ARQ: qual vale mais a pena?

A Nomad e a Wise atendem quem viaja ao exterior e quem faz pagamentos internacionais com frequência, mas seguem modelos diferentes.

A Nomad oferece conta internacional em dólar, cartão Visa Infinite, investimentos em ações e ETFs e conta remunerada. O custo efetivo total de conversão fica entre 4,5% e 5,5%. A Nomad não opera em euro, então quem viaja para a Europa converte tudo em dólar e arca com uma taxa de conversão adicional.5

A Wise funciona principalmente como ferramenta de pagamentos internacionais, com conta multimoeda e cartão de débito. O custo efetivo total de conversão fica entre 4,3% e 5,5%. Cartões internacionais de débito como o da Wise permitem gastar em moeda local sem conversão adicional no ponto de venda, mas o custo já entra na conversão inicial, que no caso da Wise é bem mais alto do que o do ARQ. A Wise não oferece investimentos em ações ou ETFs.5

O ARQ combina pontos fortes desses dois modelos. O app do ARQ oferece custo efetivo total de 0,5%, suporte a ativos virtuais (USDc e EURc), conta remunerada e investimentos em ações e ETFs americanos sem comissão em um único ambiente.5

Desvantagens dos cartões globais tradicionais

Os principais cartões globais do mercado brasileiro apresentam limitações que impactam o custo total e a experiência de uso.

Custo opaco: o custo efetivo total quase nunca aparece de forma consolidada antes da operação. O viajante descobre o valor real apenas na fatura, semanas depois, o que dificulta o controle do orçamento.

Ausência de suporte a euro: a Nomad, por exemplo, opera exclusivamente em dólar. Viajantes que visitam países da zona do euro pagam uma conversão adicional, o que soma mais uma camada de custo ao problema de falta de transparência.

Sem rendimento competitivo: muitos cartões globais não oferecem rendimento sobre o saldo em moeda estrangeira. O ARQ oferece rendimento de até 4,5% ao ano em USDc no plano Prestige, o que reduz o custo de oportunidade de manter saldo parado.4

Fragmentação de produtos: converter, investir, receber pagamentos internacionais e usar o cartão costuma exigir apps e contas diferentes, com custos em cada etapa e mais complexidade para o usuário.

Sala VIP e benefícios premium: quando valem a pena?

Benefícios premium, como acesso a salas VIP, seguros de viagem e programas de milhas, têm valor concreto para quem viaja muito e gasta alto no cartão. A avaliação precisa considerar o impacto desses benefícios frente ao custo efetivo total.

Um cartão com custo efetivo total de 8% e acesso a salas VIP pode custar R$ 800 para cada R$ 10.000 gastos no exterior. O acesso avulso a uma sala VIP custa, em média, entre R$ 150 e R$ 300. Para a maior parte dos perfis, a economia no custo efetivo total supera o valor dos benefícios.5

A recomendação prática é usar o ARQ para o volume principal de gastos no exterior, com custo efetivo total de 0,5%, e manter um cartão premium apenas para benefícios específicos, como acesso a salas VIP em viagens longas.5

Comece a converter, enviar, receber, guardar e investir em USDc e EURc com 0,5% de custo efetivo total e use seu cartão premium apenas para benefícios pontuais abrindo sua conta no ARQ.1,2,3,4,5

Armadilhas comuns ao escolher cartão para viagem

Ilusão do “IOF zero”: campanhas que destacam a ausência de IOF muitas vezes omitem o spread embutido no câmbio, que pode ser maior do que o próprio imposto citado. O custo efetivo total é a métrica correta para comparar opções.

Spread invisível: taxas sobre transações internacionais costumam ser embutidas no câmbio aplicado, o que torna difícil identificar o custo real sem comparar o câmbio de mercado com o câmbio cobrado.

Fatura com surpresa: cartões de crédito internacionais processam a conversão dias depois da compra, com câmbio diferente do momento da transação. O viajante só conhece o custo real quando a fatura fecha.

Custo acumulado em assinaturas: quem paga serviços recorrentes em dólar, como Adobe, ChatGPT ou plataformas SaaS, com cartão de crédito brasileiro acumula o custo efetivo total mês a mês. Em 12 meses, a diferença entre 0,5% e 8% representa perda relevante.5

Conversão forçada ao receber: contas bancárias brasileiras convertem automaticamente pagamentos internacionais para reais no momento do recebimento. O ARQ fornece dados de conta nos EUA, com routing number e account number, e IBAN europeu para receber em ativos virtuais (USDc e EURc) sem conversão forçada.

Perguntas frequentes

Qual é o custo efetivo total do ARQ comparado aos concorrentes?

O ARQ cobra 0,5% de custo efetivo total na conversão de reais para ativos virtuais (USDc e EURc). Esse custo cobre toda a operação, sem spread oculto e sem IOF adicional ao gastar do saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira. A Nomad cobra entre 4,5% e 5,5%, a Wise entre 4,3% e 5,5% e bancos tradicionais entre 7% e 10%.5 Para investimentos, concorrentes do ARQ têm custo efetivo total entre 2,1% e 3,1%, contra 0,5% do ARQ.2

O ARQ aceita euro além de dólar digital?

Sim. O ARQ oferece conta em ativos virtuais (USDc e EURc), lastreados em dólar e euro, respectivamente. Isso diferencia o ARQ de concorrentes como a Nomad, que opera exclusivamente em dólar. Viajantes que visitam países da zona do euro podem converter reais diretamente para EURc com o mesmo custo efetivo total de 0,5%.5

Como abrir uma conta no ARQ?

O cadastro leva menos de 2 minutos. A pessoa baixa o app do ARQ, insere seus dados pessoais, envia foto de RG, CNH, RNM ou passaporte e tira uma selfie. Não é necessário ter endereço nos EUA, SSN ou ITIN. A maioria das contas recebe aprovação automática. O cartão virtual fica disponível imediatamente para uso no Apple Pay ou Google Pay.

Quais são os planos do ARQ e qual escolher?

O ARQ oferece três planos: Standard, que é gratuito, Premium, com mensalidade de US$ 6,99 ou anuidade de US$ 69,99, e Prestige, com anuidade de US$ 199 e lista de espera. A conversão de 0,5% é igual em todos os planos. A diferença está nos benefícios, como cashback de 1% no Premium ou 2% no Prestige nos primeiros US$ 500 por mês de gastos, rendimento de até 4,5% ao ano em USDc no Prestige, envios internacionais gratuitos por mês e cartão internacional em metal com limite de até US$ 50.000 no Prestige. Para a maioria dos viajantes, o plano Standard já representa economia expressiva em relação a concorrentes.

Conclusão e recomendação

A escolha do cartão para viagem internacional precisa se basear no custo efetivo total, e não apenas em benefícios isolados ou campanhas de marketing. As quatro variáveis que compõem esse custo, câmbio, spread, IOF e benefícios, devem ser avaliadas em conjunto com dados atualizados.

Em maio de 2026, o ARQ mantém o custo de 0,5% apresentado no início deste guia, o que representa economia de até 20 vezes em relação a bancos tradicionais e de até 11 vezes em relação a concorrentes como a Nomad. O ARQ oferece suporte a ativos virtuais (USDc e EURc), conta remunerada, investimentos em ações e ETFs americanos sem comissão e cartão global Mastercard em um único app, com cadastro em menos de 2 minutos.1,2,3,4,5

Abra sua conta no ARQ e reduza o custo efetivo total das suas viagens internacionais.

O ARQ não é uma instituição financeira. As operações envolvem ativos virtuais e estão sujeitas a riscos. Leia atentamente os Termos e Condições.


1 O cartão internacional é emitido por DolarApp S.A. de C.V., em contrato com a Mastercard.

2 A distribuição de valores mobiliários a investidores brasileiros é realizada pela Oslo Capital DTVM S.A., e em conformidade com a regulamentação aplicável. Os serviços da ARQ envolvem ativos virtuais. Mais informações em arqfinance.com.

3 Retire o saldo a qualquer momento. Rendimentos sujeitos a alterações.

4 Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

5 As conversões são baseadas em dados de mercado obtidos em maio de 2026 e são fornecidas apenas para fins informativos. Os valores podem variar e diferir no momento da execução.

ARQ não é uma instituição financeira. As operações envolvem ativos virtuais e estão sujeitas a riscos. Leia atentamente os Termos e Condições.

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